sábado, 19 de janeiro de 2013

Viagem 83: 2013 - um ano inesquecível

Atendendo a todas as previsões, acho que 2013 acabadinho de começar merece já uma boleia, será sem margem de erro um ano inesquecível!
 
Com a promulgação do orçamento de estado pelo Presidente da Republica iniciou-se a ofensiva: ataque fiscal, entre outras.
 
Não há dúvida: ESTES NÃO SERVEM!
 
A primeira reforma a ser implementada é a da ética e da moralidade. Enquanto a ética e a moral não forem centrais na definição das politicas não vamos a lado nenhum.
 
A Marta aceitou o repto e criou o grupo ESTES NÃO SERVEM. De certeza que não somos os únicos a pensar desta maneira, muitos mais têm ideias concretas, simples e válidas para recuperar para si a condução do seu destino. Espreitem.
 
A primeira reforma deve ser feita sobre os políticos. Não, não se trata de extinção de freguesias ou de fazer de conta que se limitam mandatos. São coisas simples, práticas, fáceis e rápidas como:
 
- ninguém mas, ninguém pode exercer qualquer cargo politico remunerado ou não, sem exercer uma atividade profissional primeiro, durante 05 anos;
 
- extinção imediata do regime de reformas para os políticos: qualquer politico deveria reger-se pelo regime geral, ou seja reformar-se aos sessenta e muitos anos e a sua reforma seria definida de acordo com as regras instituídas para todos;
 
- congelamento imediato do financiamento publico aos partidos, pelo menos enquanto durar o programa de intervenção. Se o tempo é de emergência e todos somos chamados a contribuir, temos que congelar tudo o que não é essencial (muito do que é essencial já foi congelado, cortado ou extinto);
 
- limitação efetiva de mandatos: cumprido o tempo definido por lei para o exercício de um cargo, qualquer politico deveria obedecer a um tempo de nojo de pelo menos, igual período para voltar a exercer esse cargo. Por exemplo, quem foi presidente de câmara durante doze anos teria que esperar doze anos para poder voltar a ser presidente de qualquer câmara em Portugal, qualquer câmara mesmo.
 
Enfim...
 
ESTES NÃO SERVEM! mas há quem possa servir e não apenas se servir.
 
É à boleia disto que acredito mesmo que 2013 será um ano inesquecivel!

domingo, 9 de dezembro de 2012

Viagem 82: 6 meses e 3 semanas

É uma e vinte e cinco, por isso a data já é nove mas, foi a oito que assisti a mais um feito, e por isso é imperativo dar-lhe boleia.
 
 
6 meses e três semanas sem curto-circuitos!
 
 
Foi aos 6 meses e três semanas de vivência da maternidade que senti pela primeira vez o susto dos curto-circuitos. A partir de agora é sempre lucro...
 
Quero continuar a dar boleia a esta contagem!
 

domingo, 18 de novembro de 2012

Viagem 81: a 17 foi mais 1

E com o passar do dia de ontem, dou boleia a mais um marco fenomenal: 6 meses sem curto-circuitos.
 
 
Devagar, devagarinho começo a acreditar que pode mesmo ser desta. Sem querer ser demasiado otimista, vou aproveitando o momento, e que boa é esta sensação!

sábado, 3 de novembro de 2012

Viagem 80: muito tempo depois, voltei lá...

A oportunidade surgiu e eu aproveitei-a, dei boleia a uma vontade antiga: regressei a Vairão!

Desde o Verão que os cheiros de Vairão me invadem os dias.

Tenho estado cá por cima e fui até lá. Tinha esperança que Vairão estivesse na mesma e até que tivesse sentido a minha falta. Noutro dia, o Alexandre disse-me que tinha chegado a um sitio com as indicações do coração, no meu caso o GPS deu uma extraordinária ajuda mas percebi que ía chegar pela entrada que eu sempre chamei de baixo, pode parecer uma coisa normal mas, no meu caso isso foi surpreendente, porque o meu sentido de orientação é menos que péssimo.
 
Vairão tem o mesmo cheiro, o mesmo parque de jogos, as mesmas ruas empedradas, estreitas e algumas sinuosas, as mesmas casas imponentes, outras casas novas, o mesmo aqueduto, o mesmo mosteiro com o mesmo portão imponente vermelho, o mesmo cemitério imaculadamente arranjado, a mesma calmaria nas ruas. Não consegui ver a mercearia de sempre, mais uma vez o meu sentido de falta de orientação falou mais alto. Mas Vairão não está na mesma...
 
Vairão seguiu o seu caminho e não sentiu nada a minha falta!

domingo, 28 de outubro de 2012

Viagem 79: Um nó no estomago

É uma e vinte e três da manhã e não consigo dormir, aproveitei para pôr trabalho em dia mas não foi fácil... serve-me de consolo o atraso da hora desta noite.
 
Não me sai da cabeça a imagem dos pais que hoje vi: ela para além de si, como se estivesse a participar num filme, não na sua vida; ele parado, estático agarrado a um pedaço de roupa rosa pálido como quem se agarra ao útimo fio de vida.
 
Não imagino o tamanho do nó no estomago de um pai e de uma mãe a despedirem-se de um filho para sempre, ainda menos quando um filho tem menos de cinco meses.
 
Já tive muitos nós no estomago, desatei todos eles mas não creio que tivesse forças para desatar um destes...

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Viagem 78: tanto!?!

Hoje vi a noticia sobre o corte do subsidio de desemprego para trezentos e setenta e sete euros e qualquer coisa cêntimos.
 
Eu nem sei o que é que as pessoas vão fazer com tanto dinheiro, provavelmente depois de pagarem todas as contas ficam doidas com tanto que lhes sobrará!
 
É preciso não ter qualquer espécie de vergonha nem de decência.
 
Não há quem ponha cobro a isto?

domingo, 21 de outubro de 2012

Viagem 77: Afinal o que é estudar?

Esta semana a temática do estudo tomou conta do nosso quotidiano e por isso hoje resolvi dar-lhe boleia.

No principio da semana o Francisco teve uma ficha de estudo do meio e parece que a coisa correu mal! Digo, parece porque ainda não temos o resultado.
 
Desde há muito que lhe digo que tem de estudar e ele responde-me que a professora não disse e que  ele estudará quando a professora disser para ele fazer isso; fico logo com vontade de subir pelas paredes: a era da supremacia da professora não há meio de acabar! A minha há muito que acabou e não mais voltará!
 
À pergunta, como é que se estuda, ele responde: então estuda-se, sei lá, a professora nunca disse como é que se estuda, diz só que é para estudar.
 
Provavelmente a professora até disse como é que se estuda. Provavelmente a professora não especificou o que é estudar. Não sei. Sei apenas que ele não faz a mais pálida ideia sobre o que é estudar e isso é que importa agora.
 
Pensei, pensei e fartei-me de pensar, eu não queria mais uma batalha, eu já tenho a batalha de comer na escola, de lavar os dentes, de comer fruta, de comer ervilhas, feijões e favas, de arrumar a roupa, da hora de deitar, enfim eu já tenho batalhas que cheguem.
 
Contudo, ignorar não era opção, por isso se é para entrar em mais uma batalha, paciência : vamos a isso!
 
Hoje de manhã, fui à batalha! E correu tão bem. Tinha como meta trabalharmos cerca de uma hora e ele aguentou 55 minutos, foi excelente!

Ele está finalmente a aprender a estudar...