quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Viagem 110: Coisas de Miss

Ontem as fraldas foram oficial e totalmente dispensadas!

Depois do banho, a Miss fez o anuncio solene: hoje eu dorme de cuecas!

Pensei: bolas! podias ter decidido isto a semana passada, aproveitei a promoção do supermercado no fim de semana e agora temos fraldas novas, novinhas a estrear.


Sempre acreditei que o melhor é deixar os miúdos decidirem sobre estas coisas, por isso apoiei, cheia de medo, afinal o tempo não está para secagens. Chove copiosamente há dias, a roupa não seca e já há roupa para lavar que chega sei lá até onde. Tenho momentos em que penso que nos mudámos para uma lavandaria.

Correu bem, muito bem. Tudo seco, sequinho pela manhã.

Mais uma prova superada pela Miss.

P.S.: a 22 de janeiro já não tenho a certeza que este seja o ano do escritório mas, será sem margem de erro o ano das fraldas, ou do adeus a elas

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Viagem 109: Francisquices - parte... nem sei

Este miúdo dá cabo de mim!

Andava eu a arrumar as coisas da escola do passado quando encontrei um texto que a dada altura diz:

... «Eu gostei mais do Português por causa da maneira como conjugamos verbos com tantas cores como vermelho, preto e verde» ...

e continua:


... «tive mais dificuldade na posição ao sol em que tínhamos de pôr protetor solar»


É impossível não dar boleia à essência das coisas...

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Viagem 108: Deixa

Fraquinha, fraquinha: mal como, durmo mal. Tenho um nó da garganta ao estômago. Como pude eu deixar que isto acontecesse? Enquanto esta frase me atormenta as horas, ele diz: Deixa.

Não consigo imaginar a azáfama interior que se lhe atravessa. Deve ser imensa e isso atormenta-me.

Sou atormentada pelo deita-abaixo, pelo chorinhas, enfim... enquanto isso, ele diz: eu até já estava habituado e já não me importava. Bastava que eles deixassem de ser assim. Mas eles não iam deixar, não era? Deixa. Se calhar até vão ficar contentes. Deixa. 

Fraquinha, fraquinha: mal como, durmo mal. Tenho um nó da garganta ao estômago. Como pude eu deixar que isto acontecesse? Enquanto esta frase me atormenta as horas, ele diz: Deixa.

Atormenta-me pensar que ele está a fazer o caminho de novo, cheio de medo mas tão forte. Às aranhas mas, disposto a correr o risco. Dizendo: deixa mas a pensar que o mal compensa porque como ele diz: ele é que teve de mudar. Ele é que teve de deixar o coro. Coro que o levou a abdicar da oficina de desporto.

Enfurece-me...

Fraquinha, fraquinha: mal como, durmo mal. Tenho um nó da garganta ao estômago. Como pude eu deixar que isto acontecesse? Enquanto esta frase me atormenta as horas, ele diz: Deixa.

Saiu erguido no primeiro dia mas de voz tremula. Já no conforto de estar de costas, disse: Deixa, preciso só de deitar umas gotas de água dos olhos. Fez-se silêncio no conforto de estar de costas. O recreio é mesmo mini mas, deixa...

Impotente, desconcerto-me.

Fraquinha, fraquinha: mal como, durmo mal. Tenho um nó da garganta ao estômago. Como pude eu deixar que isto acontecesse? Enquanto esta frase me atormenta as horas, ele diz: Deixa.

Um "Deixa" forte, fortíssimo... com travo a mágoa e a injustiça.

Enquanto a frase me atormenta as horas, ele forte, fortíssimo, diz: Deixa. Eu fraquinha, fraquinha não consigo.


terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Viagem 107: Novo Ano, Nova Vida

- És o Francisco?
- Sim.
- Eu sou o X. Vem comigo, vou apresentar-te os outros colegas.


Foi assim hoje de manhã, num novo começo que não poderia ter sido melhor.

Hoje sem farda, sem fardo, cheio de expectativas...

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Viagem 106: Resoluções para 2014

 
Declaro 2014 o ano do ESCRITÓRIO!
 
Ando para aí há... 10 anos para arrumar o escritório. Já o dito mudou de divisão e nem assim mas, deste ano não passa!
 
2014 será o ano do escritório.
 
(tenho outras tantas resoluções que, como acontece com a enorme maioria das pessoas, não passam de bondosas vontades mas, que nem chegam a ser implementadas na primeira semana de janeiro e por isso nem lhes vou dar boleia)
 

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Viagem 105: O mistério das cuecas azuis

Ano após ano a saga conhece novo episódio (pelo menos para mim): eu nunca sei se as cuecas azuis são para usar na noite da passagem de ano ou no dia de ano novo.

Ao fazer o balanço de cada ano, atribuo os males do ano ao timing do uso da cueca azul!      
 
Determinada a mudar o rumo das coisas, este ano decidi: cuecas azuis novas na noite e no dia de ano novo.
 
Macacos me mordam, se este ano a coisa não corre realmente bem!

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Viagem 104: Em modo NATAL

Hoje cumprimos a tradição e lá fomos visitar o Pai Natal a sua casa (convém esclarecer que para o Francisco o Pai Natal vive no ECI)


Se calhar é tontice da minha parte mas, não abdico disto e eles também já não. Para mim tem obrigatoriamente que cumprir dois requisitos: as barbas e a barriga têm que ser verdadeiras.
 
Gosto tanto deste dia! Vamos sem mais preocupações nem afazeres. Vamos visitar o Pai Natal, almoçar, (aproveitamos para cada um propôr o seu brinde) e apreciar a azáfama.
 
O Pai Natal deste ano é tão, mas tão simpático que podíamos lá ter ficado toda a tarde. Até eu acreditei...