Ontem dei boleia à descontração, não me lembrava da última vez que tinha ido ao cinema ver um filme de crescidos, estreou há uns dias a Dama de Ferro e por estas bandas é preciso desanuviar.
Aproveitámos a promoção My Zon Card: compramos um bilhete e temos direito a dois, e há coisas levadas da breca, então não é que só haviam lugares separados? Arriscámos... se há coisa em que somos bons é a arriscar e raramente nos saímos mal (também quando nos saímos é em grande!).
A prestação da atriz está suberba e o filme sendo simples e sem grande espetacularidade tem uma mensagem que mexe com quem vê e isso é ARTE.
Provocar borboletas no estômago, tocar cada um que vê é ARTE (ou então sou só eu que não saía para descontrair há muito tempo!).
Há pessoas fora de série e a Dama de Ferro (a original) é uma delas, precisavamos de alguém assim agora: neste tempo, nesta terra, nesta conjuntura.
É à boleia de coisas como esta que mantenho a minha crença em dias melhores e que torná-los realidade estás nas mãos de cada um.