sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Viagem 98: Grande Festa vs Festa Grande

Chegou mais um aniversário, é hora de dar boleia a isso!
 
Decidi para mim uma grande festa sem que seja uma festa grande. Começou de véspera e curiosamente sem que ninguém soubesse que os festejos já estavam a decorrer, com direito a presentes e tudo. Presentes que têm tanto de oportunos como de inesperados: 1 voucher para uma massagem relaxante (era tudo o que eu queria para o meu dia de sábado: um SPA!); uma capa de agenda absolutamente personalizada e com a própria da agenda, mais uma ponteira para caneta/lápis.
 
Antecipo para amanhã um pequeno almoço a dois com direito a sumo de laranja natural com torrada em pão saloio e um lanche a três, provavelmente na Piriquita. Pelo meio um emocionante jogo de futebol em que voltarei a torcer pelo sporting, o de Lourel, claro!

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Viagem 97: Morrer na praia...

O facebook tem destas coisas... é usado pelas marcas para publicidade. A royal Canin não foi diferente. Desafiou as escolas a criarem animais. O Colégio dos Plátanos concorreu. Esteve toda a semana destacadamente à frente nas votações. Eu votei algumas vezes durante a semana mas, confesso não dei grande importância. A distância para a concorrência era tão grande que parecia não haver concorrência.
 
Não conheço o Colégio dos Plátanos. Não conheço nenhuma das escolas concorrentes. Conheço a professora que com os miúdos do 1º Ano criou o cão dos Plátanos e por isso, para mim, o cão dos Plátanos era o melhor. E o raça do cão até tem um ar catita, a língua de fora dá-lhe um ar mesmo patusco.
 
Estar o tempo todo à frente e depois na reta final ser ultrapassado parece que é como morrer na praia. Parece que morrer na praia tem mesmo o sabor de se ser o primeiro dos últimos.
 
Eu prefiro pensar que morrer na praia é dar tudo e mais um bocadinho para conseguir o que se quer e mesmo não tendo conseguido fazer a dança da vitória.
 
Os miúdos queriam ganhar mesmo. Ganhar do género, ficar em primeiro. Ganhar o género, ter mais um voto que o segundo. Ganhar do género, levantar a taça, receber o prémio. Não queriam vitórias morais. Até eu queria ganhar e não conheço o Colégio dos Plátanos.
 
O cão dos Plátanos foi mobilizador e fez acreditar que é possível, basta lutar!
 
O cão dos Plátanos merece a dança da vitória mesmo tendo morrido da praia!