segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Viagem 97: Morrer na praia...

O facebook tem destas coisas... é usado pelas marcas para publicidade. A royal Canin não foi diferente. Desafiou as escolas a criarem animais. O Colégio dos Plátanos concorreu. Esteve toda a semana destacadamente à frente nas votações. Eu votei algumas vezes durante a semana mas, confesso não dei grande importância. A distância para a concorrência era tão grande que parecia não haver concorrência.
 
Não conheço o Colégio dos Plátanos. Não conheço nenhuma das escolas concorrentes. Conheço a professora que com os miúdos do 1º Ano criou o cão dos Plátanos e por isso, para mim, o cão dos Plátanos era o melhor. E o raça do cão até tem um ar catita, a língua de fora dá-lhe um ar mesmo patusco.
 
Estar o tempo todo à frente e depois na reta final ser ultrapassado parece que é como morrer na praia. Parece que morrer na praia tem mesmo o sabor de se ser o primeiro dos últimos.
 
Eu prefiro pensar que morrer na praia é dar tudo e mais um bocadinho para conseguir o que se quer e mesmo não tendo conseguido fazer a dança da vitória.
 
Os miúdos queriam ganhar mesmo. Ganhar do género, ficar em primeiro. Ganhar o género, ter mais um voto que o segundo. Ganhar do género, levantar a taça, receber o prémio. Não queriam vitórias morais. Até eu queria ganhar e não conheço o Colégio dos Plátanos.
 
O cão dos Plátanos foi mobilizador e fez acreditar que é possível, basta lutar!
 
O cão dos Plátanos merece a dança da vitória mesmo tendo morrido da praia!
 
 

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