terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Viagem 106: Resoluções para 2014

 
Declaro 2014 o ano do ESCRITÓRIO!
 
Ando para aí há... 10 anos para arrumar o escritório. Já o dito mudou de divisão e nem assim mas, deste ano não passa!
 
2014 será o ano do escritório.
 
(tenho outras tantas resoluções que, como acontece com a enorme maioria das pessoas, não passam de bondosas vontades mas, que nem chegam a ser implementadas na primeira semana de janeiro e por isso nem lhes vou dar boleia)
 

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Viagem 105: O mistério das cuecas azuis

Ano após ano a saga conhece novo episódio (pelo menos para mim): eu nunca sei se as cuecas azuis são para usar na noite da passagem de ano ou no dia de ano novo.

Ao fazer o balanço de cada ano, atribuo os males do ano ao timing do uso da cueca azul!      
 
Determinada a mudar o rumo das coisas, este ano decidi: cuecas azuis novas na noite e no dia de ano novo.
 
Macacos me mordam, se este ano a coisa não corre realmente bem!

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Viagem 104: Em modo NATAL

Hoje cumprimos a tradição e lá fomos visitar o Pai Natal a sua casa (convém esclarecer que para o Francisco o Pai Natal vive no ECI)


Se calhar é tontice da minha parte mas, não abdico disto e eles também já não. Para mim tem obrigatoriamente que cumprir dois requisitos: as barbas e a barriga têm que ser verdadeiras.
 
Gosto tanto deste dia! Vamos sem mais preocupações nem afazeres. Vamos visitar o Pai Natal, almoçar, (aproveitamos para cada um propôr o seu brinde) e apreciar a azáfama.
 
O Pai Natal deste ano é tão, mas tão simpático que podíamos lá ter ficado toda a tarde. Até eu acreditei...

domingo, 22 de dezembro de 2013

Viagem 103: E assim é Natal...




Gosto do Natal! Gosto mesmo.

Para mim o Natal é mesmo assim: de pijama!

Porque de pijama é mais autêntico, mais cúmplice, mais quentinho, mais nosso.






Viagem 102: Fora de formato

Na grande maioria das vezes eu sinto-me como alguma da bagagem de porão, bagagem à qual colam um autocolante amarelo que diz: fora de formato.
 
Contra a corrente dominante, e por isso fora de formato, eu acho que até sou a favor dos exames. Quando falo de exames, refiro-me a todos: aos dos professores e aos dos alunos.
 
E curiosamente é a atitude dos professores que me faz pensar assim. Que me faz acreditar que são precisos exames e muitos.
 
Tenho andado para aqui a pensar e acho que existem algumas profissões que precisam de fazer um exame para terem acesso à carreia. Mas, para os senhores professores não. Que heresia ousar sequer pensar que os senhores pudessem não ser bons para exercer a profissão, como se na profissão de professor não existissem Excelentes, Muito bons, Bons, Razoáveis, Maus e Péssimos profissionais. Se calhar não estão preparados para a dura realidade mas, cá vai: existem!
 
E depois é vê-los nas televisões com ações patéticas para nos desfocar do essencial. Ora queimam cópias de notas, ora pedem desculpa aos alunos porque dizem que eles não servem, ora pedem o dinheiro das propinas de volta, ora entregam diplomas, ora fazem serenatas. Sugiro o seguinte: canalizem tanta criatividade para promover as aprendizagens das vossas turmas.
 
Trabalhem, estudem, atualizem-se e não é só para os créditos é para obter conhecimento mesmo, essa coisa que não ocupa lugar mas que ajuda tanto! Tenham vergonha. Deveriam ser os primeiros a aplaudir a medida, é a hora de separar o trigo do joio.

domingo, 15 de dezembro de 2013

Viagem 101: Empate com sabor a vitória

Ao fim de três anos de insistência, o Francisco lá conseguiu e desde meados de setembro é jogador de futebol! Está na Escola de Futebol do Sporting Clube do Lourel.
 
E que contente que anda. Acho mesmo que a primeira vez que o vi realmente feliz foi no primeiro treino. Na manhã desse dia, pensei de mim para mim que não podia deixar em casa a máquina fotográfica mas, deixei; depois andei todo o dia a tentar justificar-me de mim para mim que se calhar seria demasiado ir de máquina fotográfica; ao estar na bancada rui-me por dentro por não a ter levado para captar tanta felicidade.
 
Ontem foi mais um dia de jogo. O Francisco marcou! Finalmente marcou o seu primeiro golo. Depois de uma série de jogos a perder e por muitos, empataram mas teve sabor a vitória!


quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Viagem 100: A festa dos 3 anos a partir dos bastidores

Esta conversa passou-se há umas semanas, a propósito do aniversário de ontem.
 
 
Ela: Mãe, mamã, vai haver festa?
 Eu: sim. E será festa de quem?
(risos marotos)
Ela: De eu.
Eu: Pois é. Será a tua festa de anos. Fazes 3 anos. UAU
Ela: E posso ter uma coroa? A Cristina faz uma coroa a mim? 
Eu: Eu acho que sim. Vais ter uma coroa que a Cristina vai fazer. 
Ela: E bolo? Posso ter um bolo? E os meninos a cantar os parabéns, e a apagar as velas? 
Eu: Claro! Que bolo é que gostavas?
Ela: Hum, pode ser cor de rosa?
Eu: Sim e com o quê? (nesta altura eu já imaginava se é cor de rosa será com uma de duas opções: Drª Brinquedos, Lãzinha, Tremeliques, Valentim, Heli e companhia; Princesa Sofia, James, Amber, Clover e tal) Insisto - Um bolo cor de rosa que vai ter mais o quê?
Ela: O Faísca, o Mickey e o Donald. Mas o Faísca mesmo!
 
O resultado final foi este:
 
Um sucesso, portanto!


quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Viagem 99: 3 Anos como as nuvens: ÚNICOS

São 3 anos de vida, de uma vida cheia de descobertas vincadas pelo mais intimo do teu ser.




Gosto tanto de te sentir minha. Ás vezes mesmo só minha.

És como as nuvens: ÚNICA...

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Viagem 98: Grande Festa vs Festa Grande

Chegou mais um aniversário, é hora de dar boleia a isso!
 
Decidi para mim uma grande festa sem que seja uma festa grande. Começou de véspera e curiosamente sem que ninguém soubesse que os festejos já estavam a decorrer, com direito a presentes e tudo. Presentes que têm tanto de oportunos como de inesperados: 1 voucher para uma massagem relaxante (era tudo o que eu queria para o meu dia de sábado: um SPA!); uma capa de agenda absolutamente personalizada e com a própria da agenda, mais uma ponteira para caneta/lápis.
 
Antecipo para amanhã um pequeno almoço a dois com direito a sumo de laranja natural com torrada em pão saloio e um lanche a três, provavelmente na Piriquita. Pelo meio um emocionante jogo de futebol em que voltarei a torcer pelo sporting, o de Lourel, claro!

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Viagem 97: Morrer na praia...

O facebook tem destas coisas... é usado pelas marcas para publicidade. A royal Canin não foi diferente. Desafiou as escolas a criarem animais. O Colégio dos Plátanos concorreu. Esteve toda a semana destacadamente à frente nas votações. Eu votei algumas vezes durante a semana mas, confesso não dei grande importância. A distância para a concorrência era tão grande que parecia não haver concorrência.
 
Não conheço o Colégio dos Plátanos. Não conheço nenhuma das escolas concorrentes. Conheço a professora que com os miúdos do 1º Ano criou o cão dos Plátanos e por isso, para mim, o cão dos Plátanos era o melhor. E o raça do cão até tem um ar catita, a língua de fora dá-lhe um ar mesmo patusco.
 
Estar o tempo todo à frente e depois na reta final ser ultrapassado parece que é como morrer na praia. Parece que morrer na praia tem mesmo o sabor de se ser o primeiro dos últimos.
 
Eu prefiro pensar que morrer na praia é dar tudo e mais um bocadinho para conseguir o que se quer e mesmo não tendo conseguido fazer a dança da vitória.
 
Os miúdos queriam ganhar mesmo. Ganhar do género, ficar em primeiro. Ganhar o género, ter mais um voto que o segundo. Ganhar do género, levantar a taça, receber o prémio. Não queriam vitórias morais. Até eu queria ganhar e não conheço o Colégio dos Plátanos.
 
O cão dos Plátanos foi mobilizador e fez acreditar que é possível, basta lutar!
 
O cão dos Plátanos merece a dança da vitória mesmo tendo morrido da praia!
 
 

sábado, 5 de outubro de 2013

Viagem 96: relacionado com multas

No outro dia ao jantar, falávamos de multas e encontros imediatos com a autoridade. O meu pai contou as suas e o meu irmão também.
 
Acho que nada bate esta minha e por isso dou-lhe boleia: um junho recebi uma multa de estacionamento.
 
Na descrição sumária do talão que recebi em casa, consta:
"Estacionamento, dentro da localidade, não se encontrando o veiculo o mais próximo possível do limite direito da faixa de rodagem paralelamente a este e no sentido da marcha."
 
 
 
 


sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Viagem 95: cheque, para quê?

Tenho andado com esta boleia na bagagem há umas semanas. De vez em quando as coisas irritam-me de tal maneira que preciso de um tempo para acalmar os ânimos.
 
Eis se não quando o Senhor Bastonário da Ordem dos Psicólogos tornou publica uma ideia maravilhosa: O CHEQUE PSICOLOGO (se calhar ele não lhe deu este nome, acho mesmo que não deu nome nenhum ainda, porque anda a partilhar a ideia com todos os Ministérios e mais alguns e parece que está a ser bem recebida e até mesmo estudada).
 
Será que o Senhor Bastonário não sabe que já existe um apoio muito generoso por sinal, dado pela Segurança Social. Se calhar sabe, mas não relacionou.
 
Será que o Senhor Bastonário não sabe que muitos Psicólogos deturpam a utilização deste apoio. Se calhar sabe, mas ainda não achou pertinente clarificar.
 
Para quem não sabe, eu conto: a Segurança Social tem um apoio especifico para apoiar meninos e meninas que necessitem de apoio psicológico e/ou de terapia  da fala. Este apoio deve ser pago diretamente aos pais, depois dos mesmos fazerem prova do pagamento das sessões. A devolução do valor pago é feita de acordo com os rendimentos. Este apoio só pode ser usufruído se as consultas forem feitas através de privados com fins lucrativos.
 
Segundo consta, para a Segurança Social as Instituições Sem Fins Lucrativos não podem fornecer serviços a preços tão elevados, ou então acha mal pagar menos pelas mesmas sessões. Existe ainda uma terceira teoria: os Técnicos das Instituições Sem Fins Lucrativos, não comem, não se vestem e não precisam de teto. Materializam-se durante 7 horas de trabalho e depois desmaterializam-se e deste modo não auferem qualquer rendimento. Agora que falo nisto, se calhar ainda há uma quarta opção para estas Instituições, o dinheiro cai do ceu em dia e hora acordada.
 
Posto isto, importa referir que os Psicólogos descobriram a pólvora: criam empresas, acordam com as escolas usarem os seus espaços para atenderem os que podem receber este apoio, pedem o máximo possível à Segurança Social, os pais assinam um papelito a autorizarem a transferência para o NIB da dita, sem terem sequer conhecimento do valor que é transferido em nome dos seus filhos e depois uns dão para os outros! É mesmo típico de nós aqui neste cantinho soalheiro...
 
Depois de tanta ética e deontologia, cheques para quê, Senhor Bastonário!?!
 
Agora que esta boleia está em marcha, estou muito mais aliviada

domingo, 30 de junho de 2013

Viagem 93: A cereja no topo da montanha de chantily

Bem sei que a frase é "a cereja no topo do bolo" mas, com este calor prefiro dar boleia a um enorme gelado de cinco bolas, todas de frutos, uma porção muito generosa de chantilly, toping de morango e a dita cereja.
 
4ª feira foi dia de concerto.
 
A noite estava magnifica. A plateia estava entusiasmada mas não aqueceu com os Brass Wires Orchestra. Eu até tive pena deles, aquele nunca será o seu publico. Foi uma aposta pior que perdida.
 
21.15h e na Bela Vista ouviam-se os primeiros acordes. E o ambiente aqueceu. É sem duvida mais que um concerto é um punhado de emoções à flor da pele: é pular, é cantar (ainda que sempre na mesma nota), é bater palmas e agitar os braços. Uma vez e outra. E tantas vezes quantas as musicas que couberem em quase duas horas de concerto. É ter o filme da vida a passar cá dentro.
 
Faltou "aquela" volta ao palco. Faltaram um punhado de musicas. Faltou o palco que vi na televisão. Faltou aquele pedacinho assim... Faltou a cereja no topo da montanha de chantilly. Cereja que nunca como mas que não dispenso para a taça ficar perfeita!
 
 
 

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Viagem 92: É hoje!!!

Chegou finalmente o dia de rumar ao parque da Bela Vista. É hoje!!
 
Já avisei toda a gente: não há margem para qualquer especie de imprevistos nem percalços, eu não comprei o seguro que vinha associado ao bilhete.
 
Para ser perfeito, era juntar o Francisco, até tentamos ligar à rádio comercial mas, não fomos suficientemente rápidos.
 
É hoje! E eu nem estou em mim...

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Viagem 91: a propósito de serviços minimos

Soube-se que não haverão serviços mínimos para assegurar os exames devido à greve dos professores.
 
Os sindicatos jubilam de contentamento e acusam o ministério de mau perder por não agendar nova data. Claro! E depois nova data. E outra. E se calhar mais outra, enfim, se calhar até 2113. Olha que belo precedente.
 
Ainda não percebi exatamente qual é o motivo do protesto mas, tenho uma teoria: está na altura de se saberem as notas dos exames de 4º ano e é urgente arranjar algumas distrações. Ou muito me engano ou as notas serão pouco melhores que más.
 
Ver ou ouvir este senhor que diz que representa os professores, penso que se chama Mário Nogueira e deve ser professor é no mínimo deplorável, aliás como ver ou ouvir praticamente todos os sindicalistas. É extenuante trabalhar 40 horas semanais. Parece que já era quando o valor era de 35. Detenho-me nas 35.
 
Então e para os policias, não é extenuante trabalhar 35 horas semanais, será que a segurança não é posta em causa?
 
Então e para os médicos, não é extenuante trabalhar 35 horas semanais, será que a sobrevivência dos doentes não é posta em causa?
 
Então e para os enfermeiros, não é extenuante trabalhar 35 horas semanais, será que o acompanhamento dos doentes não é posto em causa?
 
Então e para todos aqueles funcionários públicos que atendem os cidadãos, não é extenuante trabalhar 35 horas semanais?
 
Então e os senhores que tratam do lixo, não é extenuante trabalhar 35 horas semanais?

Então e todos os outros que têm um patrão privado, não é extenuante trabalhar 35 horas semanais?
 
Aos professores, só me apetece dizer: vão trabalhar!! E com brio e empenho que é coisa que vos falta vezes demais. E durante 35 horas semanais. E durante 11 meses por ano. Sem férias cumulativas no Natal, na Páscoa e sem fingirem que fazem qualquer coisa, uma vá, duas horas por dia durante julho para finalmente descansarem em agosto.
 
Senhores professores do público, perguntem aos professores do privado quantas horas semanais trabalham e quão extenuados andam...

Às vezes, há boleias que nem sei...

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Viagem 90: Inexplicavel

Há umas semanas comecei a seguir a história de um menino com 3 anos que embora doente, muito doente tinha sempre fotografias sorridentes, muito sorridentes.
 
As suas imagens partilhadas por alguns amigos suscitaram-me curiosidade. Era impressionante o otimismo e a serenidade que emanavam.
De cada vez que acompanhava a história, constatava quão efémera é a vida. Como são fundamentais os momentos pequenos, simples, quotidianos. Quanta sorte eu tenho em ter filhos que neste momento dormem tranquilamente ao meu lado.
 
Nunca tive coragem de escrever o que quer que fosse porque o que quer que fosse que me ocorresse escrever parecia sempre pequeno, muito pequeno comparado com a grandeza da coragem, da determinação e da luta diária travada.
 
Hoje, depois de saber que ele partiu, só consigo pensar na dor inexplicável da mãe... já disse outras vezes, não sei se conseguiria carregar uma dor assim.
 
Especialmente para a mãe, o meu silêncio cúmplice...
 
 

sábado, 1 de junho de 2013

Viagem 89: Aliviar | Apertar



 
  
 
A pedido do Rogério, dou boleia a uma mensagem para o Vítor, aquele que também é Gaspar!
 
Ele que faça a escolha...

domingo, 26 de maio de 2013

Viagem 88: IUPI!



falta exatamente um mês e eu desta vez, vou!

Tinha mesmo que dar boleia a isto...

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Viagem 87: acabou-se o jejum

Quando o dia de ontem começou, pensei: onze meses! Passam exatamente onze meses desde o último curto-circuito. Que marco! Este dia dezassete vai ainda saber melhor que todos os outros dias dezassete que marcam o calendário desde maio.
 
O dia começou assim mas acabou bem diferente...
 
Ao fim de onze fantásticos meses sem curto-circuitos, acabou-se o jejum.

Voltamos a iniciar a contagem...

quarta-feira, 27 de março de 2013

Viagem 86: Serviços daquela estrela precisam-se

Daqui a algumas horas será preciso tempo seco para acontecer mais um convivio único e especial!
 
Para este não há plano B. Não há alternativa ao ar livre para uma caça aos doces para 261 caçadores.
 
Para este é mesmo preciso que a estrelinha da sorte converse com São Pedro e dê uma trégua pequena,mesmo que seja pequena.
 
Please...

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Viagem 85: a 160 Km/h

Circular a 160 km/h no IC19 às 8.45h da manhã, num dia de semana do mês de janeiro noutros tempos seria ou por loucura ou por aflição. Hoje foi realidade e não teria sido a primeira vez, se quisesse.
 
Se isto fosse sinal de progresso ou prosperidade, seria fantástico.
 
Isto é antes um sinal muito preocupante. A mim deu-me jeito para contornar o atraso mas, a verdade é que teria preferido chegar atrasada e culpar o trânsito.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Viagem 84: O cosmos a conspirar

Eu acho sempre que nunca nada é ao acaso. Hoje, mais uma vez, confirmei isso!
 
Depois de mais uma semana frenética: despertador, correria até à escola, trabalho, regresso a casa, TPC's, banhos, jantares, cama, trabalho, ligeiro snack às cinco da manhã; despertador, correria até à escola, trabalho, regresso a casa, TPC's, banhos, jantares, cama, trabalho, ligeiro snack às quatro e meia da manhã; despertador, correria até à escola, trabalho, regresso a casa, TPC's, banhos, jantares, cama; despertador, correria até à escola, trabalho, regresso a casa, TPC's, banhos, jantares, cama; despertador, correria até à escola, trabalho, regresso a casa com passagem pelo barbeiro, noite em claro por causa do vendaval. Estou sem poder mais! (Ainda bem que poderei recarregar baterias no fim de semana - pensei)
 
Chegou finalmente o final de semana.
 
Quando percebi que o frenesim se ia manter sem pausa de fim de semana nem complacência tive a certeza que era desta que ia rebentar. Estou sem poder mais!
 
Domingo foi o dia da missa do avô Oscar (e já passaram três anos!): despertador, correria até à igreja, chegada quinze minutos depois da hora de inicio, enfim... Chegada à igreja pensei: Estou sem poder mais!
 
Na igreja cantava-se por um coro fantástico de escuteiros «... tu tens que dar um pouco mais do que tens...» E repetia-se: «...tu tens que dar um pouco mais do que tens...»
 
Foi como recarregar baterias. 
 
E assim sem pausa nem complacência, o cosmos conspirou e eu estou verdadeiramente pronta para mais uma semana frenética...

sábado, 19 de janeiro de 2013

Viagem 83: 2013 - um ano inesquecível

Atendendo a todas as previsões, acho que 2013 acabadinho de começar merece já uma boleia, será sem margem de erro um ano inesquecível!
 
Com a promulgação do orçamento de estado pelo Presidente da Republica iniciou-se a ofensiva: ataque fiscal, entre outras.
 
Não há dúvida: ESTES NÃO SERVEM!
 
A primeira reforma a ser implementada é a da ética e da moralidade. Enquanto a ética e a moral não forem centrais na definição das politicas não vamos a lado nenhum.
 
A Marta aceitou o repto e criou o grupo ESTES NÃO SERVEM. De certeza que não somos os únicos a pensar desta maneira, muitos mais têm ideias concretas, simples e válidas para recuperar para si a condução do seu destino. Espreitem.
 
A primeira reforma deve ser feita sobre os políticos. Não, não se trata de extinção de freguesias ou de fazer de conta que se limitam mandatos. São coisas simples, práticas, fáceis e rápidas como:
 
- ninguém mas, ninguém pode exercer qualquer cargo politico remunerado ou não, sem exercer uma atividade profissional primeiro, durante 05 anos;
 
- extinção imediata do regime de reformas para os políticos: qualquer politico deveria reger-se pelo regime geral, ou seja reformar-se aos sessenta e muitos anos e a sua reforma seria definida de acordo com as regras instituídas para todos;
 
- congelamento imediato do financiamento publico aos partidos, pelo menos enquanto durar o programa de intervenção. Se o tempo é de emergência e todos somos chamados a contribuir, temos que congelar tudo o que não é essencial (muito do que é essencial já foi congelado, cortado ou extinto);
 
- limitação efetiva de mandatos: cumprido o tempo definido por lei para o exercício de um cargo, qualquer politico deveria obedecer a um tempo de nojo de pelo menos, igual período para voltar a exercer esse cargo. Por exemplo, quem foi presidente de câmara durante doze anos teria que esperar doze anos para poder voltar a ser presidente de qualquer câmara em Portugal, qualquer câmara mesmo.
 
Enfim...
 
ESTES NÃO SERVEM! mas há quem possa servir e não apenas se servir.
 
É à boleia disto que acredito mesmo que 2013 será um ano inesquecivel!