quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Viagem 99: 3 Anos como as nuvens: ÚNICOS

São 3 anos de vida, de uma vida cheia de descobertas vincadas pelo mais intimo do teu ser.




Gosto tanto de te sentir minha. Ás vezes mesmo só minha.

És como as nuvens: ÚNICA...

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Viagem 98: Grande Festa vs Festa Grande

Chegou mais um aniversário, é hora de dar boleia a isso!
 
Decidi para mim uma grande festa sem que seja uma festa grande. Começou de véspera e curiosamente sem que ninguém soubesse que os festejos já estavam a decorrer, com direito a presentes e tudo. Presentes que têm tanto de oportunos como de inesperados: 1 voucher para uma massagem relaxante (era tudo o que eu queria para o meu dia de sábado: um SPA!); uma capa de agenda absolutamente personalizada e com a própria da agenda, mais uma ponteira para caneta/lápis.
 
Antecipo para amanhã um pequeno almoço a dois com direito a sumo de laranja natural com torrada em pão saloio e um lanche a três, provavelmente na Piriquita. Pelo meio um emocionante jogo de futebol em que voltarei a torcer pelo sporting, o de Lourel, claro!

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Viagem 97: Morrer na praia...

O facebook tem destas coisas... é usado pelas marcas para publicidade. A royal Canin não foi diferente. Desafiou as escolas a criarem animais. O Colégio dos Plátanos concorreu. Esteve toda a semana destacadamente à frente nas votações. Eu votei algumas vezes durante a semana mas, confesso não dei grande importância. A distância para a concorrência era tão grande que parecia não haver concorrência.
 
Não conheço o Colégio dos Plátanos. Não conheço nenhuma das escolas concorrentes. Conheço a professora que com os miúdos do 1º Ano criou o cão dos Plátanos e por isso, para mim, o cão dos Plátanos era o melhor. E o raça do cão até tem um ar catita, a língua de fora dá-lhe um ar mesmo patusco.
 
Estar o tempo todo à frente e depois na reta final ser ultrapassado parece que é como morrer na praia. Parece que morrer na praia tem mesmo o sabor de se ser o primeiro dos últimos.
 
Eu prefiro pensar que morrer na praia é dar tudo e mais um bocadinho para conseguir o que se quer e mesmo não tendo conseguido fazer a dança da vitória.
 
Os miúdos queriam ganhar mesmo. Ganhar do género, ficar em primeiro. Ganhar o género, ter mais um voto que o segundo. Ganhar do género, levantar a taça, receber o prémio. Não queriam vitórias morais. Até eu queria ganhar e não conheço o Colégio dos Plátanos.
 
O cão dos Plátanos foi mobilizador e fez acreditar que é possível, basta lutar!
 
O cão dos Plátanos merece a dança da vitória mesmo tendo morrido da praia!
 
 

sábado, 5 de outubro de 2013

Viagem 96: relacionado com multas

No outro dia ao jantar, falávamos de multas e encontros imediatos com a autoridade. O meu pai contou as suas e o meu irmão também.
 
Acho que nada bate esta minha e por isso dou-lhe boleia: um junho recebi uma multa de estacionamento.
 
Na descrição sumária do talão que recebi em casa, consta:
"Estacionamento, dentro da localidade, não se encontrando o veiculo o mais próximo possível do limite direito da faixa de rodagem paralelamente a este e no sentido da marcha."
 
 
 
 


sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Viagem 95: cheque, para quê?

Tenho andado com esta boleia na bagagem há umas semanas. De vez em quando as coisas irritam-me de tal maneira que preciso de um tempo para acalmar os ânimos.
 
Eis se não quando o Senhor Bastonário da Ordem dos Psicólogos tornou publica uma ideia maravilhosa: O CHEQUE PSICOLOGO (se calhar ele não lhe deu este nome, acho mesmo que não deu nome nenhum ainda, porque anda a partilhar a ideia com todos os Ministérios e mais alguns e parece que está a ser bem recebida e até mesmo estudada).
 
Será que o Senhor Bastonário não sabe que já existe um apoio muito generoso por sinal, dado pela Segurança Social. Se calhar sabe, mas não relacionou.
 
Será que o Senhor Bastonário não sabe que muitos Psicólogos deturpam a utilização deste apoio. Se calhar sabe, mas ainda não achou pertinente clarificar.
 
Para quem não sabe, eu conto: a Segurança Social tem um apoio especifico para apoiar meninos e meninas que necessitem de apoio psicológico e/ou de terapia  da fala. Este apoio deve ser pago diretamente aos pais, depois dos mesmos fazerem prova do pagamento das sessões. A devolução do valor pago é feita de acordo com os rendimentos. Este apoio só pode ser usufruído se as consultas forem feitas através de privados com fins lucrativos.
 
Segundo consta, para a Segurança Social as Instituições Sem Fins Lucrativos não podem fornecer serviços a preços tão elevados, ou então acha mal pagar menos pelas mesmas sessões. Existe ainda uma terceira teoria: os Técnicos das Instituições Sem Fins Lucrativos, não comem, não se vestem e não precisam de teto. Materializam-se durante 7 horas de trabalho e depois desmaterializam-se e deste modo não auferem qualquer rendimento. Agora que falo nisto, se calhar ainda há uma quarta opção para estas Instituições, o dinheiro cai do ceu em dia e hora acordada.
 
Posto isto, importa referir que os Psicólogos descobriram a pólvora: criam empresas, acordam com as escolas usarem os seus espaços para atenderem os que podem receber este apoio, pedem o máximo possível à Segurança Social, os pais assinam um papelito a autorizarem a transferência para o NIB da dita, sem terem sequer conhecimento do valor que é transferido em nome dos seus filhos e depois uns dão para os outros! É mesmo típico de nós aqui neste cantinho soalheiro...
 
Depois de tanta ética e deontologia, cheques para quê, Senhor Bastonário!?!
 
Agora que esta boleia está em marcha, estou muito mais aliviada

domingo, 30 de junho de 2013

Viagem 93: A cereja no topo da montanha de chantily

Bem sei que a frase é "a cereja no topo do bolo" mas, com este calor prefiro dar boleia a um enorme gelado de cinco bolas, todas de frutos, uma porção muito generosa de chantilly, toping de morango e a dita cereja.
 
4ª feira foi dia de concerto.
 
A noite estava magnifica. A plateia estava entusiasmada mas não aqueceu com os Brass Wires Orchestra. Eu até tive pena deles, aquele nunca será o seu publico. Foi uma aposta pior que perdida.
 
21.15h e na Bela Vista ouviam-se os primeiros acordes. E o ambiente aqueceu. É sem duvida mais que um concerto é um punhado de emoções à flor da pele: é pular, é cantar (ainda que sempre na mesma nota), é bater palmas e agitar os braços. Uma vez e outra. E tantas vezes quantas as musicas que couberem em quase duas horas de concerto. É ter o filme da vida a passar cá dentro.
 
Faltou "aquela" volta ao palco. Faltaram um punhado de musicas. Faltou o palco que vi na televisão. Faltou aquele pedacinho assim... Faltou a cereja no topo da montanha de chantilly. Cereja que nunca como mas que não dispenso para a taça ficar perfeita!