Eu acho sempre que nunca nada é ao acaso. Hoje, mais uma vez, confirmei isso!
Depois de mais uma semana frenética: despertador, correria até à escola, trabalho, regresso a casa, TPC's, banhos, jantares, cama, trabalho, ligeiro snack às cinco da manhã; despertador, correria até à escola, trabalho, regresso a casa, TPC's, banhos, jantares, cama, trabalho, ligeiro snack às quatro e meia da manhã; despertador, correria até à escola, trabalho, regresso a casa, TPC's, banhos, jantares, cama; despertador, correria até à escola, trabalho, regresso a casa, TPC's, banhos, jantares, cama; despertador, correria até à escola, trabalho, regresso a casa com passagem pelo barbeiro, noite em claro por causa do vendaval. Estou sem poder mais! (Ainda bem que poderei recarregar baterias no fim de semana - pensei)
Chegou finalmente o final de semana.
Quando percebi que o frenesim se ia manter sem pausa de fim de semana nem complacência tive a certeza que era desta que ia rebentar. Estou sem poder mais!
Domingo foi o dia da missa do avô Oscar (e já passaram três anos!): despertador, correria até à igreja, chegada quinze minutos depois da hora de inicio, enfim... Chegada à igreja pensei: Estou sem poder mais!
Na igreja cantava-se por um coro fantástico de escuteiros «... tu tens que dar um pouco mais do que tens...» E repetia-se: «...tu tens que dar um pouco mais do que tens...»
Foi como recarregar baterias.
E assim sem pausa nem complacência, o cosmos conspirou e eu estou verdadeiramente pronta para mais uma semana frenética...