domingo, 22 de dezembro de 2013

Viagem 103: E assim é Natal...




Gosto do Natal! Gosto mesmo.

Para mim o Natal é mesmo assim: de pijama!

Porque de pijama é mais autêntico, mais cúmplice, mais quentinho, mais nosso.






Viagem 102: Fora de formato

Na grande maioria das vezes eu sinto-me como alguma da bagagem de porão, bagagem à qual colam um autocolante amarelo que diz: fora de formato.
 
Contra a corrente dominante, e por isso fora de formato, eu acho que até sou a favor dos exames. Quando falo de exames, refiro-me a todos: aos dos professores e aos dos alunos.
 
E curiosamente é a atitude dos professores que me faz pensar assim. Que me faz acreditar que são precisos exames e muitos.
 
Tenho andado para aqui a pensar e acho que existem algumas profissões que precisam de fazer um exame para terem acesso à carreia. Mas, para os senhores professores não. Que heresia ousar sequer pensar que os senhores pudessem não ser bons para exercer a profissão, como se na profissão de professor não existissem Excelentes, Muito bons, Bons, Razoáveis, Maus e Péssimos profissionais. Se calhar não estão preparados para a dura realidade mas, cá vai: existem!
 
E depois é vê-los nas televisões com ações patéticas para nos desfocar do essencial. Ora queimam cópias de notas, ora pedem desculpa aos alunos porque dizem que eles não servem, ora pedem o dinheiro das propinas de volta, ora entregam diplomas, ora fazem serenatas. Sugiro o seguinte: canalizem tanta criatividade para promover as aprendizagens das vossas turmas.
 
Trabalhem, estudem, atualizem-se e não é só para os créditos é para obter conhecimento mesmo, essa coisa que não ocupa lugar mas que ajuda tanto! Tenham vergonha. Deveriam ser os primeiros a aplaudir a medida, é a hora de separar o trigo do joio.

domingo, 15 de dezembro de 2013

Viagem 101: Empate com sabor a vitória

Ao fim de três anos de insistência, o Francisco lá conseguiu e desde meados de setembro é jogador de futebol! Está na Escola de Futebol do Sporting Clube do Lourel.
 
E que contente que anda. Acho mesmo que a primeira vez que o vi realmente feliz foi no primeiro treino. Na manhã desse dia, pensei de mim para mim que não podia deixar em casa a máquina fotográfica mas, deixei; depois andei todo o dia a tentar justificar-me de mim para mim que se calhar seria demasiado ir de máquina fotográfica; ao estar na bancada rui-me por dentro por não a ter levado para captar tanta felicidade.
 
Ontem foi mais um dia de jogo. O Francisco marcou! Finalmente marcou o seu primeiro golo. Depois de uma série de jogos a perder e por muitos, empataram mas teve sabor a vitória!


quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Viagem 100: A festa dos 3 anos a partir dos bastidores

Esta conversa passou-se há umas semanas, a propósito do aniversário de ontem.
 
 
Ela: Mãe, mamã, vai haver festa?
 Eu: sim. E será festa de quem?
(risos marotos)
Ela: De eu.
Eu: Pois é. Será a tua festa de anos. Fazes 3 anos. UAU
Ela: E posso ter uma coroa? A Cristina faz uma coroa a mim? 
Eu: Eu acho que sim. Vais ter uma coroa que a Cristina vai fazer. 
Ela: E bolo? Posso ter um bolo? E os meninos a cantar os parabéns, e a apagar as velas? 
Eu: Claro! Que bolo é que gostavas?
Ela: Hum, pode ser cor de rosa?
Eu: Sim e com o quê? (nesta altura eu já imaginava se é cor de rosa será com uma de duas opções: Drª Brinquedos, Lãzinha, Tremeliques, Valentim, Heli e companhia; Princesa Sofia, James, Amber, Clover e tal) Insisto - Um bolo cor de rosa que vai ter mais o quê?
Ela: O Faísca, o Mickey e o Donald. Mas o Faísca mesmo!
 
O resultado final foi este:
 
Um sucesso, portanto!


quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Viagem 99: 3 Anos como as nuvens: ÚNICOS

São 3 anos de vida, de uma vida cheia de descobertas vincadas pelo mais intimo do teu ser.




Gosto tanto de te sentir minha. Ás vezes mesmo só minha.

És como as nuvens: ÚNICA...

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Viagem 98: Grande Festa vs Festa Grande

Chegou mais um aniversário, é hora de dar boleia a isso!
 
Decidi para mim uma grande festa sem que seja uma festa grande. Começou de véspera e curiosamente sem que ninguém soubesse que os festejos já estavam a decorrer, com direito a presentes e tudo. Presentes que têm tanto de oportunos como de inesperados: 1 voucher para uma massagem relaxante (era tudo o que eu queria para o meu dia de sábado: um SPA!); uma capa de agenda absolutamente personalizada e com a própria da agenda, mais uma ponteira para caneta/lápis.
 
Antecipo para amanhã um pequeno almoço a dois com direito a sumo de laranja natural com torrada em pão saloio e um lanche a três, provavelmente na Piriquita. Pelo meio um emocionante jogo de futebol em que voltarei a torcer pelo sporting, o de Lourel, claro!

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Viagem 97: Morrer na praia...

O facebook tem destas coisas... é usado pelas marcas para publicidade. A royal Canin não foi diferente. Desafiou as escolas a criarem animais. O Colégio dos Plátanos concorreu. Esteve toda a semana destacadamente à frente nas votações. Eu votei algumas vezes durante a semana mas, confesso não dei grande importância. A distância para a concorrência era tão grande que parecia não haver concorrência.
 
Não conheço o Colégio dos Plátanos. Não conheço nenhuma das escolas concorrentes. Conheço a professora que com os miúdos do 1º Ano criou o cão dos Plátanos e por isso, para mim, o cão dos Plátanos era o melhor. E o raça do cão até tem um ar catita, a língua de fora dá-lhe um ar mesmo patusco.
 
Estar o tempo todo à frente e depois na reta final ser ultrapassado parece que é como morrer na praia. Parece que morrer na praia tem mesmo o sabor de se ser o primeiro dos últimos.
 
Eu prefiro pensar que morrer na praia é dar tudo e mais um bocadinho para conseguir o que se quer e mesmo não tendo conseguido fazer a dança da vitória.
 
Os miúdos queriam ganhar mesmo. Ganhar do género, ficar em primeiro. Ganhar o género, ter mais um voto que o segundo. Ganhar do género, levantar a taça, receber o prémio. Não queriam vitórias morais. Até eu queria ganhar e não conheço o Colégio dos Plátanos.
 
O cão dos Plátanos foi mobilizador e fez acreditar que é possível, basta lutar!
 
O cão dos Plátanos merece a dança da vitória mesmo tendo morrido da praia!