Lá fora o turbilhão é enorme e contrasta com a tranquilidade que reina aqui dentro.
Os miúdos dormem tranquilos, à mercê, certos de que estão protegidos e indiferentes à crise, às politiquices deste nosso país tão pequeno em mentalidade, às loucuras de um líbio que a troco de poder, dinheiro e petroleo mata indiscriminadamente.
Não é nova a sensação de os ter a dormir para mim. Habitualmente é à boleia dessa sensação que viajamos: eu à frente, eles atrás. Hoje estamos lado a lado e a sensação é sublime! É por isso que sempre que posso, os desafio para virmos para a "caminha" grande... senti-los a quebrarem pouco a pouco com os olhares fixos e sem pestanejar, as suas respirações cada vez mais profundas e ritmadas e com as suas mãozitas em mim é tudo o que poderia pedir.
Aqui dentro a tranquilidade é plena: não há vento, não se sente a humidade nem tão pouco se ouve o mar revolto. Aqui dentro está o meu mundo: eles tranquilos e vulneráveis e eu disposta a tudo para os manter assim. Não desejo nada mais...
É à boleia desta sensação que me pergunto se será mesmo verdade tudo o que se passa lá fora...
Não é nova a sensação de os ter a dormir para mim. Habitualmente é à boleia dessa sensação que viajamos: eu à frente, eles atrás. Hoje estamos lado a lado e a sensação é sublime! É por isso que sempre que posso, os desafio para virmos para a "caminha" grande... senti-los a quebrarem pouco a pouco com os olhares fixos e sem pestanejar, as suas respirações cada vez mais profundas e ritmadas e com as suas mãozitas em mim é tudo o que poderia pedir.
Aqui dentro a tranquilidade é plena: não há vento, não se sente a humidade nem tão pouco se ouve o mar revolto. Aqui dentro está o meu mundo: eles tranquilos e vulneráveis e eu disposta a tudo para os manter assim. Não desejo nada mais...
É à boleia desta sensação que me pergunto se será mesmo verdade tudo o que se passa lá fora...
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