Saiu finalmente o tão falado DEO. Agora, politico que é governante ou aspirante a tal, fala preferencialmente por siglas. Até o cabelo da ministra estava em pé (e falo literalmente indomável). Compreende-se. É que já não há paciência!
Primeiro talvez seja preciso continuar a cortar; depois o melhor é taxar o açúcar, o sal e sei lá mais o quê; depois ainda não é nada disto; mais tarde, o que quer que se venha a fazer não implicará subir impostos; por último deita-se cá para fora umas coisas sobre começar a aliviar a carga fiscal, enfim. Não raras vezes, parecem-me miúdos a brincar aos governos.
Quando não há mais possibilidade de adiamento, anuncia-se uma fórmula nunca antes vista: aumentar impostos!
Como é que não há ninguém que diga as estas pessoazinhas que gente sem palavra não comanda nada, muito menos uma nação. Gente sem palavra nem ignorado merece ser.
Gentinha como esta, sem palavra merece desprezo!